(Gustavo Henrique de Mendonça Ferreira Filho)
Quero um MB pra ficar animadão
É difícil, eu sei, não perca a animação
Talvez tenha que me dedicar
O assunto é sempre o mesmo, preste atenção
Não tem nada na cabeça, só no coração
Cansei, deixei pra lá
MB é muito bom
Sei que você vai querer também
Cuidado pra não se apegar
Nem sempre dá, meu bem
Pra quem se dedica
À mente insana
98 é um prêmio
00 só com cana
98 é L
Nem todo mundo vai alcançar
Sou um bom aluno,
Mas sugou correr atrás
89 ou 98, MB ou L
Foda-se essa merda, é tudo mais que R
MB, bem mal, nem adianta fazer prece
Pega sua herança e faz teu alicece
98 é L
Nem todo mundo vai alcançar
Sou um bom aluno,
Mas sugou correr atrás
Poesias e Textos de @gusfil
domingo, 10 de agosto de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Só suas mãos
(Gustavo Henrique de Mendonça Ferreira Filho)
Há alguns anos, um amor
Me despertou e me abraçou
Não resisti em falar
Veio logo a me beijar
Éramos juntos em tudo
Estávamos de bem com o mundo
Derrotávamos impecilhos
De mãos dadas pelos trilhos
Tinha um jeito bem distinto
Me cativava era o destino
Estar com você
Era o meu maior prazer
Então acordei...
Te amar martirizou assim
Sonhei...
Eram só suas mãos em mim
(FEV/2014)
Há alguns anos, um amor
Me despertou e me abraçou
Não resisti em falar
Veio logo a me beijar
Éramos juntos em tudo
Estávamos de bem com o mundo
Derrotávamos impecilhos
De mãos dadas pelos trilhos
Tinha um jeito bem distinto
Me cativava era o destino
Estar com você
Era o meu maior prazer
Então acordei...
Te amar martirizou assim
Sonhei...
Eram só suas mãos em mim
(FEV/2014)
sábado, 4 de janeiro de 2014
Quase declaração
(Gustavo Henrique de Mendonça Ferreira Filho)
Já faz algum tempo que eu não conhecia alguém assim
Uma moça linda por fora e por dentro mexeu com algo dentro de mim
Ela dizia não saber o que queria para fazer seu futuro feliz
E também que sua primeira opção para tal nem sempre quis
Disse que só sabia o que gostava quando, de fato, experimentava
Dei-lhe uma ideia e sua cabeça então embaralhou
Com pouco tempo, sua mente indecisa estava
Meu coração, entretanto, decidido ficou
Perguntou-me se a solidão era uma espécie de mal meu
Nesse momento mudei o assunto e, de repente, meu peito tremeu
Há muito tempo não sentia isso por medo de na solidão ficar novamente
Pelo mesmo motivo não disse à moça meus sentimentos sinceramente
A moça de fato roubou minha noite, meu sono e minha tranquilidade
Mais uma vez não houve espaço para uma declaração
Meus versos saíram tortos assim como os de alguém com pouca idade
Oh moça, o que você fez comigo? Por favor, devolva meu coração!
Já faz algum tempo que eu não conhecia alguém assim
Uma moça linda por fora e por dentro mexeu com algo dentro de mim
Ela dizia não saber o que queria para fazer seu futuro feliz
E também que sua primeira opção para tal nem sempre quis
Disse que só sabia o que gostava quando, de fato, experimentava
Dei-lhe uma ideia e sua cabeça então embaralhou
Com pouco tempo, sua mente indecisa estava
Meu coração, entretanto, decidido ficou
Perguntou-me se a solidão era uma espécie de mal meu
Nesse momento mudei o assunto e, de repente, meu peito tremeu
Há muito tempo não sentia isso por medo de na solidão ficar novamente
Pelo mesmo motivo não disse à moça meus sentimentos sinceramente
A moça de fato roubou minha noite, meu sono e minha tranquilidade
Mais uma vez não houve espaço para uma declaração
Meus versos saíram tortos assim como os de alguém com pouca idade
Oh moça, o que você fez comigo? Por favor, devolva meu coração!
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Vento, Violões, Clichê
(Gustavo Henrique de Mendonça Ferreira Filho)
Quero deixar o vento me levar
Pra outro lugar em que a paz esteja
Mas será que a paz vai solucionar?
Ao menos é o clichê que todos dizem: "que seja!"
Ouço vozes de outras décadas invadindo meu ser
Se elas estiverem certas, vamos, aos poucos, morrer
Tenho calos em meus dedos, não aguento mais segurar
Uma caneta com sangue vermelho que espirra tinta sem parar
Meses para o confronto, talvez "ready" eu não estarei
A consciência pesa sempre que vejo aquele cara "meu rei!"
Talvez os vírus sejam a solução para a caminhada
Eles se espalham e, de uma vez, acabam a escalada
Tal subida é uma farsa, bilhões e bilhões têm essa certeza
A única que temos nessa vida é que domingo tem cerveja
Bohemia, Bavária, Skol ou Brahma
Com um colarinho branco vou finalizar numa cama
Onde estão as vozes velozes dos violões?
Quero ouvir mais uma vez o som do vento
Será que o problema é o mal nos corações?
O clichê perdura a todo momento
Venderam nosso subsolo
(Gustavo Henrique de Mendonça Ferreira Filho)
Venderam nosso subsolo
Não sabemos o que fazer
Guarani será o próximo
Quando a água desaparecer
Eles disseram que iam lutar
Ao lado do povo estar
Mas agora são iguais aos outros
Dentro de esquemas tortos
Estrela do meu coração
Agora sufoca o pulmão
Uma ave finge querer ajudar
Pão e circo querem nos dar
Venderam nosso subsolo
Não sabemos o que fazer
Guarani será o próximo
Quando a água desaparecer
Prometeram 5 mudanças
As 7 esferas dão mais esperanças
O Dragão teria dificuldade
Em acabar com tanta barbaridade
Pais, protejam seus filhos
Se não vão ficar iguais aos índios:
Donos da terra, donos de nada
Nem de seu solo, nem de seu subsolo
Venderam nosso subsolo
Não sabemos o que fazer
Guarani será o próximo
Quando a água desaparecer
Venderam nosso subsolo
Não sabemos o que fazer
Guarani será o próximo
Quando a água desaparecer
Eles disseram que iam lutar
Ao lado do povo estar
Mas agora são iguais aos outros
Dentro de esquemas tortos
Estrela do meu coração
Agora sufoca o pulmão
Uma ave finge querer ajudar
Pão e circo querem nos dar
Venderam nosso subsolo
Não sabemos o que fazer
Guarani será o próximo
Quando a água desaparecer
Prometeram 5 mudanças
As 7 esferas dão mais esperanças
O Dragão teria dificuldade
Em acabar com tanta barbaridade
Pais, protejam seus filhos
Se não vão ficar iguais aos índios:
Donos da terra, donos de nada
Nem de seu solo, nem de seu subsolo
Venderam nosso subsolo
Não sabemos o que fazer
Guarani será o próximo
Quando a água desaparecer
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
O filho do homem
(Gustavo Henrique de Mendonça Ferreira Filho)
Era primeiro da escola,
parecia saber.
Dez anos se passaram,
viu nada acontecer.
Vergonha na cara
não tinha não
e o futuro brilhante
escorria pelo chão.
Era um Brás Cubas da vida,
vadiava por aí.
Era filho do homem
que só queria trair.
Vivia pelas festas
era um vulgo putão.
Banheiro público, de fato,
seu coração.
Ele era um Cubas:
Brás Cubas.
Pataca era seu mestre.
Tornou-se um aprendiz.
Das peripécias do mundo
que ele sempre quis.
Não deixou sua miséria
em nenhum embrião.
Fez um favor pra humanidade:
Menos Corrupção!
Se safar sem trabalhar,
seu objetivo.
Não sabe o quanto
o mundo é sofrido.
Deixa tudo nas mãos
da sua religião.
...
Não existe não...
Ele é um Cubas:
Brás Cubas.
Era primeiro da escola,
parecia saber.
Dez anos se passaram,
viu nada acontecer.
Vergonha na cara
não tinha não
e o futuro brilhante
escorria pelo chão.
Era um Brás Cubas da vida,
vadiava por aí.
Era filho do homem
que só queria trair.
Vivia pelas festas
era um vulgo putão.
Banheiro público, de fato,
seu coração.
Ele era um Cubas:
Brás Cubas.
Pataca era seu mestre.
Tornou-se um aprendiz.
Das peripécias do mundo
que ele sempre quis.
Não deixou sua miséria
em nenhum embrião.
Fez um favor pra humanidade:
Menos Corrupção!
Se safar sem trabalhar,
seu objetivo.
Não sabe o quanto
o mundo é sofrido.
Deixa tudo nas mãos
da sua religião.
...
Não existe não...
Ele é um Cubas:
Brás Cubas.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Mamãe, não chore
(Gustavo Henrique de Mendonça Ferreira Filho)
Mamãe, não chore
Te amo tanto
Mesmo tão longe do seu coração
Quero lhe falar
Sobre meus pensamentos
Eles fervilham e criam discussão
Entretanto, mãe.......mãe!
Venho lhe falar.......lhe falar!
Divergimos nos pensamentos
Convergimos no sentimento
Acima de qualquer coisa
Mantenho sempre minhas escolhas
Espero que um dia possa entender
Nem um mais conflito venha ocorrer
Mamãe, não chore
Volto logo pra casa
O trabalho forte faz cansar
Tenho um objetivo maior
Não se preocupe, é melhor
Nenhuma revolução vai atrapalhar
Não sou de lá nem de cá
Apenas tento mudar
Ideologias não existem mais
A Filosofia é quem nos faz
Mamãe, não chore
Te amo tanto...
Mamãe, não chore
Te amo tanto
Mesmo tão longe do seu coração
Quero lhe falar
Sobre meus pensamentos
Eles fervilham e criam discussão
Entretanto, mãe.......mãe!
Venho lhe falar.......lhe falar!
Divergimos nos pensamentos
Convergimos no sentimento
Acima de qualquer coisa
Mantenho sempre minhas escolhas
Espero que um dia possa entender
Nem um mais conflito venha ocorrer
Mamãe, não chore
Volto logo pra casa
O trabalho forte faz cansar
Tenho um objetivo maior
Não se preocupe, é melhor
Nenhuma revolução vai atrapalhar
Não sou de lá nem de cá
Apenas tento mudar
Ideologias não existem mais
A Filosofia é quem nos faz
Mamãe, não chore
Te amo tanto...
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