Comunistas x Capitalistas. É hipocrisia dizer que o socialismo possa ser instalado no mundo atualmente, FATO! O Capitalismo tomou conta do planeta definitivamente após a Guerra Fria
(Poupem-me das exceções...) e é um sistema que atende muito bem às necessidades do homem moderno. O que deveria ser buscado por ambas as partes, na verdade, é uma política comum de bem-estar social como aquela proposta pela Escola Keynesiana (Welfare State). Ela é explicada e definida pelo fragmento a seguir:
"Em 1932 o sociólogo e economista Social-democrata Gunnar Myrdal, escreveu que as modernas políticas sociais diferiam totalmente das antigas políticas de auxílio à pobreza, uma vez que eram investimentos e não custos. As políticas sociais modernas seriam eficientes e produtivas devido à sua ação profilática e preventiva, direcionada para evitar o surgimento de problemas nos organismos político-sociais. Nesse sentido as novas políticas sugeridas por Myrdal contrastavam fortemente com as antigas políticas de "remediar a pobreza", sendo destinadas e evitar o surgimento de bolsões de pobreza e a criar maiores riquezas." (Retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/ Estado_de_bem-estar_social)
Aí está uma excelente solução para o problema do mundo atual: investir no povo (de maneira consciente). Não ficar vivendo utopicamente a filosofia de Marx em pleno século XXI ou buscar o lucro de maneira selvagem. Tal investimento não poderia ser feito como o "Fome Zero" ou o "Bolsa Família" é feito, pois estes tentam remediar um problema que deveria evitado pela prevenção. Esta é proporcionada principalmente pelo nível de instrução das pessoas, fato percebido em países com alto IDH.
A política social seria, portanto, baseada no investimento na EDUCAÇÃO e isso não se restringe só as escolas. Quantas bibliotecas públicas há na sua cidade? Quanto você paga por um livro? Você é a favor das cotas? Todas essas perguntas não seriam feitas se houvessem subsídios sérios, competentes e conscientes naquele setor.
Critico os marxistas utópicos mas minha opinião também parece ser, entretanto nesse ano haverá eleições, e o que está escrito aqui não é avaliação só minha. Existem candidatos espalhados pelo Brasil que pensam assim (poucos, mas existem), cabe somente aos eleitores decidirem qual vai ser o futuro da sociedade. (Desculpem o clichê, mas foi necessário)
Tudo isso é perfeito, logicamente, em condições economicamente favoráveis, que é o caso do Brasil. Se houvesse crise, a política de bem-estar social seria uma catástrofe como foi observado em 2008 na Islândia (crise séria: http:// mariomarcos.wordpress.com/2012/ 04/18/ recuperacao-da-islandia-um-bom- tema-para-o-forum/).
Diminuição de impostos sobre livros, Construção de escolas (clichê de novo, mas é verdade), de bibliotecas, instalação de um regime de ensino integral, Welfare State em épocas de "não crise". Tudo isso => (implica em) desenvolvimento social e consequentemente econômico do país. Vide a história do "Tio Sam" na década de 1930.
PS.: - Foi bom dissertar assim, sem corretor, sem nota (desabafo de um vestibulando).
- As ideias acima expostas são minhas, nada tem que ser ou não. Aceito críticas e sou muito aberto a novas avaliações do sistema em que vivemos. ("Eu prefiro ser / Essa metamorfose ambulante / Do que ter aquela velha opinião / Formada sobre tudo" (Raul Seixas))
Gustavo Henrique.
"Em 1932 o sociólogo e economista Social-democrata Gunnar Myrdal, escreveu que as modernas políticas sociais diferiam totalmente das antigas políticas de auxílio à pobreza, uma vez que eram investimentos e não custos. As políticas sociais modernas seriam eficientes e produtivas devido à sua ação profilática e preventiva, direcionada para evitar o surgimento de problemas nos organismos político-sociais. Nesse sentido as novas políticas sugeridas por Myrdal contrastavam fortemente com as antigas políticas de "remediar a pobreza", sendo destinadas e evitar o surgimento de bolsões de pobreza e a criar maiores riquezas." (Retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/
Aí está uma excelente solução para o problema do mundo atual: investir no povo (de maneira consciente). Não ficar vivendo utopicamente a filosofia de Marx em pleno século XXI ou buscar o lucro de maneira selvagem. Tal investimento não poderia ser feito como o "Fome Zero" ou o "Bolsa Família" é feito, pois estes tentam remediar um problema que deveria evitado pela prevenção. Esta é proporcionada principalmente pelo nível de instrução das pessoas, fato percebido em países com alto IDH.
A política social seria, portanto, baseada no investimento na EDUCAÇÃO e isso não se restringe só as escolas. Quantas bibliotecas públicas há na sua cidade? Quanto você paga por um livro? Você é a favor das cotas? Todas essas perguntas não seriam feitas se houvessem subsídios sérios, competentes e conscientes naquele setor.
Critico os marxistas utópicos mas minha opinião também parece ser, entretanto nesse ano haverá eleições, e o que está escrito aqui não é avaliação só minha. Existem candidatos espalhados pelo Brasil que pensam assim (poucos, mas existem), cabe somente aos eleitores decidirem qual vai ser o futuro da sociedade. (Desculpem o clichê, mas foi necessário)
Tudo isso é perfeito, logicamente, em condições economicamente favoráveis, que é o caso do Brasil. Se houvesse crise, a política de bem-estar social seria uma catástrofe como foi observado em 2008 na Islândia (crise séria: http://
Diminuição de impostos sobre livros, Construção de escolas (clichê de novo, mas é verdade), de bibliotecas, instalação de um regime de ensino integral, Welfare State em épocas de "não crise". Tudo isso => (implica em) desenvolvimento social e consequentemente econômico do país. Vide a história do "Tio Sam" na década de 1930.
PS.: - Foi bom dissertar assim, sem corretor, sem nota (desabafo de um vestibulando).
- As ideias acima expostas são minhas, nada tem que ser ou não. Aceito críticas e sou muito aberto a novas avaliações do sistema em que vivemos. ("Eu prefiro ser / Essa metamorfose ambulante / Do que ter aquela velha opinião / Formada sobre tudo" (Raul Seixas))
Gustavo Henrique.