(Gustavo Henrique de Mendonça Ferreira Filho)
Era primeiro da escola,
parecia saber.
Dez anos se passaram,
viu nada acontecer.
Vergonha na cara
não tinha não
e o futuro brilhante
escorria pelo chão.
Era um Brás Cubas da vida,
vadiava por aí.
Era filho do homem
que só queria trair.
Vivia pelas festas
era um vulgo putão.
Banheiro público, de fato,
seu coração.
Ele era um Cubas:
Brás Cubas.
Pataca era seu mestre.
Tornou-se um aprendiz.
Das peripécias do mundo
que ele sempre quis.
Não deixou sua miséria
em nenhum embrião.
Fez um favor pra humanidade:
Menos Corrupção!
Se safar sem trabalhar,
seu objetivo.
Não sabe o quanto
o mundo é sofrido.
Deixa tudo nas mãos
da sua religião.
...
Não existe não...
Ele é um Cubas:
Brás Cubas.
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